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sábado, 16 de abril de 2011

A volta de Santigold


Santi White, aka Santigold, lançou seu primeiro álbum em 2008, o ótimo "Santogold" (seu antigo stage name). As músicas eram inovadoras, misturando hip hop com ska e new wave. Tanto é que este álbum ficou na memória - e no repeat do iPod - de muitos desde então.

A espera parece estar no fim. Ainda sem data de lançamento para seu segundo álbum, Santigold acaba de lançar sua nova música "Go", produzida por Q-Tip e Switch (este último do Major Lazer - que, aliás, está produzindo o novo álbum da Beyoncé, junto com seu parceiro Diplo e o duo de indie rock Sleigh Bells).

Apesar de ser diferente de seus trabalhos anteriores, "Go" é excelente! Super indie rock. E quando você acha que não poderia ficar melhor, entra Karen O, vocalista dos Yeah Yeah Yeahs, para uma participação especial:



Santigold + Karen O = BAPHO

domingo, 27 de março de 2011

Já ouviram Oh Land?


Oh Land é o nome artístico de Nanna Oland Fabricius, uma cantora/compositora dinamarquesa que acaba de ganhar grande destaque no cenário indie pop com seu segundo álbum de estúdio (que leva seu próprio nome).

Filha de uma cantora de ópera e um instrumentista, a música sempre esteve em sua veias, mas foi só após fraturar uma de suas costelas e abortar sua carreira de bailarina que Oh Land começou a compor.

O álbum novo é inteiro bom, com um som que mistura folk e indie rock com batidas eletrônicas. O primeiro single, "Son of a Gun", é uma música deliciosa que deve conquistar todo fã de indie pop. Seu clipe teve mais de 7 milhões de views no youtube até este post:



Seu primeiro álbum, "Fauna", é mais obscuro e underground do que "Oh Land", em parte por causa dos produtores (enquanto "Fauna" foi produzido pela própria, "Oh Land" teve uma equipe ótima que conta, inclusive, com Pharell Williams).

Minha música favorita do novo álbum é "White Nights", que ganhou uma versão ao vivo bapho:


quarta-feira, 2 de março de 2011

The Strokes lançam 1º clipe de "Angles"

Ontem fiz um post sobre o novo álbum da banda The Strokes e hoje mesmo os caras lançaram o clipe para o 1º single "Under the Cover of Darkness".

Apesar do pessoal do jornal The Observer dizer que esse novo trabalho traz o quinteto explorando novos territórios musicais, devo admitir que "Under the Cover of Darkness" não traz muita diferença do som clássico da banda, o que está longe der ser algo ruim.

Por outro lado, a faixa "You're So Right", que podemos ouvir no site NME, lembra bastante o synth rock do trabalho solo do Julian Casablancas (lembram?).

Seja como for, adorei o resultado de ambas e agora chega de blá blá blá e vamos ao que interessa:



O mais bacana é que o vídeo mostra a banda no saguão/backstage de uma casa de ópera e, num primeiro momento, separada de Casablancas, numa clara alusão à gravação isolada das músicas e ao fato de praticamente todos terem se engajado em outros projetos nos últimos 5 anos.

Ao final, todos se reúnem novamente no palco e são aplaudidos. E, no que depender do que ouvimos até agora, de fato serão.

terça-feira, 1 de março de 2011

The Strokes are back


Depois de um break de 5 anos, a banda de Julian Casablancas e Fabrizio Moretti está de volta com seu 4º álbum "Angles".

O que esperar desse novo trabalho? Segundo o jornal The Observer (Guardian - UK), este é o disco mais aventureiro até o presente, no qual a banda explora novos territórios, como o synth pop/rock dos anos 80 synth, funk e até, por incrível que pareça, reggae. Mas colapsos nervosos de guitarra e refrões amargamente eufóricos devem cativar os antigos fãs, segundo a matéria.

Como eu já tinha postado aqui no blog há 1 ano, a banda gravou as faixas separadamente do vocalista Julian Casablancas, que queria dar mais espaço para o resto da banda criar músicas sem sua interferência. E de fato foi assim que aconteceu, com Julian gravando posteriormente os vocais.

O tracklist do álbum já foi divulgado e conta com 10 músicas:

1. Machu Picchu
2. Under Cover Of Darkness
3. Two Kinds Of Happiness
4. You're So Right
5. Taken For A Fool
6. Games
7. Call Me Back
8. Gratisfaction
9. Metabolism
10. Life Is Simple In The Moonlight

Ainda não se sabe qual será o 1º single, mas já podemos ouvir a faixa 4, "You're So Right", no site da revista NME clicando aqui. Curti bastante o resultado e percebi mesmo a nítida influência do synth rock dos anos 80.

Agora é aguardar para ouvir o resultado final do álbum, que será lançado logo mais no Reino Unido, no dia 21/03.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Um excelente cover para clássico do The Smiths

Eu adoro muitas músicas da banda The Smiths e confesso que passei a ter um carinho especial por "There Is a Light That Never Goes Out" depois do filme "500 Dias com ela" (lembram da cena do elevador?).

E não é que a música ganhou uma ótima nova versão pela banda americana Dum Dum Girls? A faixa faz parte do EP "He Gets Me High", que parece, mais uma vez, fazer referência à excelente trilha sonora do filme em questão, que conta também com a música "She's Got You High" (Mumm-Ra).

Anyway, vamos ao que interessa?

Dum Dum Girls - "There Is A Light That Never Goes Out" (The Smiths) by AwkwardSound

O EP conta com 4 músicas:
1. Wrong Feels Right
2. He Gets Me High
3. Take Care of My Baby
4. There Is a Light That Never Goes Out

(BTW, ouvi a música no ótimo blog "Oi tudo em cima?", num post do certeiro Gabriel Cadete, e fui atrás de maiores infos).

O indie rock de Lykke Li

Quem acompanha o blog sabe que eu adoro indie rock, mas tenho postado muito mais pop do que outra coisa. Calma, não deixei minha veia indie de lado, apenas não tenho postado muito sobre as músicas e os artistas que venho descobrindo nos últimos tempos.

E nada melhor do que começar com a Lykke Li, a nova musa do indie rock/pop:


Trata-se de uma cantora sueca (eita país com uma fonte inesgotável de boa música) que está dando o que falar com seu novo álbum "Wounded Rhymes" (algo como rimas feridas).

Ela surgiu em 2008 com seu álbum de estréia "Youth Novels", que não ganhou muito destaque, chegando ao #3 em seu país e apenas em charts heatseekers em outros. Entre os destaques deste álbum está a música "I'm Good, I'm Gone", que vocês podem conferir clicando aqui.

Mas a cantora entrou pro mapa mesmo com sua faixa "Possibility" para o filme "Lua Nova" (da saga Crepúsculo), que vocês podem ouvir aqui.

Apesar dessa últina referência absurdamente pop, Lykke Li está longe de ser mainstream e nos traz seu melhor trabalho até a presente data: "I Follow Rivers", o viciante 2º single de "Wounded Rhymes":



Mas não posso deixar de falar também do 1º single "Get Some", que é excelente também:



Apesar da percussão forte ser o elemento-chave dos dois singles acima, "Wounded Rhymes" está longe de ser um álbum uptempo e seu som lembra bastante o rock progressivo dos anos 70. Vale a pena conferir o trabalho e, em especial, as faixas "Youth Knows No Pain", "Rich Kids Blues" e "Love Out Of Lust".

Vale a pena também conferir a ótima colaboração dela com seu conterrâneo Kleerup, um dos produtores de "Body Talk" da Robyn, clicando aqui, como também sua deliciosa colaboração com a dupla Röyksopp clicando aqui.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Já ouviram The Bird And The Bee?


Outro dia o Ally, um grande amigo meu, mandou para mim o link para "Love Letter To Japan", uma música deliciosa, crocante e uptempo. Não precisei nem ouvir o primeiro minuto pra me apaixonar por ela e querer saber mais sobre os responsáveis pela faixa.

Trata-se de uma dupla americana de indie pop composta pela cantora Inara George e o multi-instrumentista Greg Kurstin, o qual compôs e produziu músicas de artistas como Kylie Minogue, Lily Allen, Sophie Ellis-Bextor e Peaches.

Entre 2006 e 2008, eles lançaram 3 EPs:
- "Again and Again and Again and Again" (2006);
- "Please Clap Your Hands" (2007); e
- "One Too Many Hearts" (2008).


Em 2007, o primeiro álbum, que leva o nome da dupla, foi lançado, trazendo as músicas do EP "Again and Again..." e outras inéditas. Em 2009, a dupla lançou o excelente álbum "Ray Guns Are Not Just The Future". Já em 2010, fizeram um tributo à dupla dos anos 80 Hall & Oats com o álbum "Interpreting The Masters vol. 1 - A Tribute To Daryl Hall & John Oats":


Apesar de não serem uma dupla com grandes números nos charts da Billboard (seu melhor resultado foi com remixes da música "Fucking Boyfriend", que alcançou o #1 no Top Dance Songs em 2007), seu talento e delicadeza são inegáveis.

No geral, o som da dupla consiste em um pop retrô com muitos sintetizadores, lembrando o som das décadas de 70 e 80. Sua nostalgia foi confirmada com a excelente releitura de músicas de Hall & Oats, feita em seu mais recente álbum. Nele, podemos conferir uma versão perfeita para "Maneater", que conta com Shirley Manson (vocalista da banda Garbage) no refrão, mais precisamente em "Ooh here she comes":



Outra regravação ótima é de "How Deep Is Your Love", dos Bee Gees:



Mas "Love Letter To Japan", do álbum "Ray Guns Are Not Just The Future", continua sendo minha favorita. Acho sensacional essa junção da melodia tradicional japonesa com o pop nipônico moderno:

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O novo single do Acid House Kings

O grupo sueco Acid House Kings lançou seu 4º álbum em 2005, "Sing Along With Acid House Kings" - que trazia a ótima "Do What You Wanna Do" -, e desde então estavam sumidos do mundo da música. Eis que acabam de reaparecer com seu novo single "Are We Lovers Or Are We Friends", um indie pop delicioso que compensa os 5 anos de ausência:



Ainda não se sabe quando um novo álbum será lançado, mas provavelmente ainda no 1º trimestre de 2011.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Ellie Goulding lança o ótimo "Bright Lights"

E por falar em Frankmusik (post anterior), sua protegida Ellie Goulding irá relançar seu álbum de estréia ("Lights") com 6 músicas novas e uma bonus track, batizado de "Bright Lights".

Seu estilo indie pop continua firme e forte em suas novas músicas, sendo o vídeo abaixo o viral feito a partir da bonus track - um irresistível cover de "Your Song", do Elton John:



Mas não se engane, o álbum todo é bem sólido e traz ótimas faixas pop para alegrar seu dia, como "Guns and Horses" e as novas "Lights" e "Believe Me" (para ouví-las é só clicar em cima delas).

Frankmusik volta com "The Fear Inside"

Em 2009 tive a sorte de encontrar o trabalho de Vincent Frank, aka Frankmusik, em uma das minhas fuçadas na internet. O jovem produtor/compositor/cantor britânico era e é uma das maiores promessas do mundo pop, apesar da pouca divulgação de seu trabalho, que inclui ínumeros remixes para artistas como Lady Gaga, Alphabeat e (para ler o artigo que escrevi sobre ele para o portal Dolado é só clicar aqui).

"Complete Me", seu álbum de estréia lançado naquele ano, adaptava o synth-pop dos anos 80 para o pop atual e trouxe músicas íncriveis, como minhas favoritas "Confusion Girl", "Gotta Boyfriend", "Your Boy" e "Vacant Heart".

Depois de lançar 3 singles ("3 Little Words", "Better Of As 2" e "Confusion Girl"), Vincent deixou de lado seu primeiro álbum para focar no segundo, tendo se mudado para Los Angeles para desenvolvê-lo ao lado de Martin Kierszenbaum, fundador do selo indie Cherrytree Records (Robyn, Kelis, La Roux, entre outros).

O resultado do novo trabalho dizem ser um pop eletrônico mais contemporâneo, urbano e redondo, pronto para dominar o mundo no melhor estilo Pinky e Cérebro. Mas calma, Frankmusik não vai fazer o will.i.am e regravar um hit cafona dos anos 80 com vocoder. O cantor/produtor garante que apesar de seu foco estar no pop atual, ele não deixou sua essência de lado.

Ontem foi tocada a primeira música desse trabalho na rádio da Cherrytree, "The Fear Inside", que vocês conferem abaixo:



Eu curti bastante a música, mas fiquei com um pé atrás. De fato, trata-se de uma faixa bem atual, o que nos leva à pergunta: qual é a novidade? Ao mesmo tempo, percebe-se que a construção da melodia e a letra são Frankmusik puro.

"The Fear Inside" não será o 1º single - que dizem ser uma faixa incrível chamada "Breaklights" - mas apenas um buzz para promover seu novo álbum e terá um vídeo no youtube logo mais. O álbum mesmo só mesmo em 2011, ainda sem data certa de lançamento (provavelmente no 1º trimestre).

Enquanto não ouvimos seu novo trabalho na íntegra, podemos curtir sua colaboração com o Computer Club, "Losing Streak", que parece ser uma boa transição entre o antigo Frankmusik e o novo:


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Festival Planeta Terra rola amanhã em SP e pode trazer gig surpresa do Daft Punk

Todo mundo sabe que amanhã rola aqui em SP o Festival Planeta Terra, né? Para não saber, só vivendo numa caverna, rs. Não se fala em outra coisa!! Isso porque as atrações este ano estão INCRÍVEIS, o que fez com que os ingressos esgotassem em menos de 1 mês.

Meus favoritos são Mika, Phoenix, Hot Chip e Empire of the Sun. Mas acabo de ficar sabendo que há forte indício de que o Daft Punk deve tornar a noite ainda mais divertida ao subir ao palco junto com Phoenix!! Eles já fizeram a mesma coisa num show da banda que rolou no Madson Square Garden, em NYC:



E agora para controlar a ansiedade? #comofas

Obrigado à Dani, que me passou o vídeo acima ;)

Fonte: Jornal A Folha de São Paulo.

sábado, 9 de outubro de 2010

O som moderninho e cool de I Blame Coco

Coco Summer (ou Eliot Paulina Summer) é uma cantora inglesa moderninha que montou sua banda I Blame Coco e andou lançando singles e clipes esparsos ao longo de 2010. Mas ela só ganhou minha atenção recentemente, pois seu álbum de estréia finalmente será lançado na Europa no dia 08/11: "The Constant".

O trabalho traz um som synth-pop/rock, por vezes sombrio mas sempre bacana. O interessante é que, apesar da pouca idade de Coco (ela tem apenas 20 anos), o álbúm é bem sólido e repleto de músicas boas, como os dois primeiros singles "Selfmachine" e "Caesar" (feito juntamente com a sueca Robyn, antes dela lançar seu projeto Body Talk), que ganharam clipes moderninhos com uma vibe glam rock:





Coco confirma o ditado "filho de peixe peixinho é", tendo herdado o talento e a voz rouca de seu pai, nada mais nada menos que o "police" Sting. A cantora, que compõe suas próprias músicas, não demorou muito para chamar a atenção de outros artistas bacanudos, como o podutor britãnico Sub Focus - com o qual ela compôs e gravou a música "Splash" (para ver o clipe é só clicar aqui) - e a dupla La Roux - tendo aberto os shows dela no Reino Unido nesse último verão europeu.

I Blame Coco passou meses na Suécia finalizando "The Constant" juntamente com o produtor Klas Ahlund, que também trabalhou com Robyn, o que resultou nas faixas viciantes do álbum, como minhas favoritas: "Selfmachine", "Caesar", "Quicker" (provavelmente o terceiro single), "Turn Your Back On Love", "In Spirit Golden" e "Only Love Can Break Your Heart" (cover do Neil Young).

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Miike Snow rocked Estúdio EMME


Como eu tinha postado aqui no blog, ontem rolou o show do Miike Snow em SP e eu estive lá. Os caras não decepcionaram e mandaram muito bem!

Apesar de curta, a apresentação foi incrível. A voz do vocalista Andrew Wyatt me pareceu pequena às vezes para o timbre que suas músicas pedem, como em "Cult Logic", onde mal conseguíamos ouvir o início (mais grave) da música. Por outro lado, os suecos Christian Karlsson e Pontus Winnberg foram impecáveis com seus teclados e sintetizadores, dando um toque mais edgy para as versões ao vivo de suas músicas.

O trio abriu o show com "Cult Logic", justamente a primeira música que ouvi deles e a que me fez ir atrás de quem era esse tal de Miike Snow, láaa em 2009, quando eles tinham acabado de lançar seu álbum de estréia. Em seguida veio "Burial", definitivamente a faixa de letra mais sensível.

A vibração do público era indescritível. Todos ali curtiam e muito a banda, que eu nem imaginava ser tão conhecida em terras tupiniquins. As pessoas sabiam as letras de quase todas as músicas, especialmente os refrões, e nem preciso dizer que a casa veio abaixo com "Animal", que fechou o show, apesar do calor intenso do Estúdio EMME (ficaadica para os proprietários de lá investirem em ar condicionado).

Aliás, vocês sabiam que eles quase não foram ao Rio de Janeiro? Ninguém queria investir no show, então os fãs cariocas fizeram uma vaquinha e conseguiram patrocínio por conta própria. Aplaudo a iniciativa deles!! Muito bacana mesmo. Agora por que justamente Rio ficaria de fora da turnê - e como BH ficou - vai além da minha compreensão.

Por outro lado, acho incrível o fato de uma banda indie ir além do eixo SP-Rio e percorrer o país literalmente do sul ao "norte/nordeste", já que a música "independente" sempre teve como objetivo atingir a todos, afinal "music makes the people come together, the bourgeoisie and the rebel".

O reduzido set list do show contou com 8 músicas do álbum de estréia e a faixa nova "The Rabbit", que foi incluída na versão deluxe do mesmo:

1. Cult Logic
2. Burial
3. Black & Blue
4. A Horse Is Not A Home
5. The Rabbit
6. Silvia
7. Plastic Jungle
8. Sans Soleil
9. Animal

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Miike Snow hoje em SP


Hoje tem show do Miike Snow no Estúdio Emme, às 23h30. Vamos?

Parece que ainda rola comprar ingresso pelo call center (0xx11-2626-5835), mas não mais pela internet.

A abertura do show será feita pelo Database, a partir das 22h.

Se você nunca ouviu falar em Miike Snow, então clique aqui para ver todos os posts relacionados ao trio.

Update: Acabei postando as datas erradas dos shows aqui no blog, de acordo com o primeiro itinerário deles. O show do Rio foi, na verdade, o primeiro da turnê e rolou na última segunda-feira (20/09). O show de Porto Alegre foi mudado de sexta para quinta (23/09), sendo que na sexta haverá um show em Recife (24/09). Tks Guga pela dica.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Clipe de "Hands", da dupla The Ting Tings

Lembram de quando eu dei o heads up para a nova música dos Ting Tings aqui no blog? Pois bem, finalmente foi lançado o clipe dela e, como não poderia ser diferente, veio cheia de referências dos anos 80, como já anunciavam os sintetizadores da faixa:



Sei que o baterista Jules já tinha avisado que o resultado do novo trabalho seria bem diferente de "We Started Nothing" e eu de fato curti bastante a música. Mas depois de ouví-la diversas vezes no meu iPod, não consigo deixar de sentir um aftertaste que me impede de colocá-la on repeat.

Diferentemente de "Great DJ", "That's Not My Name" e os demais singles do álbum de estréia da dupla, "Hands" não é uma música que eu consigo ouvir seguidas vezes até cansar. Acho que esperava algo melhor do que "clap your hands if you're working too hard" e certamente mais original do que synth-pop oitentista.

O negócio é esperar e ver o resultado das outras músicas de "Massage Kunst", prometido para este ano ainda.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sky Ferreira is pretty cool

A novata Sky Ferreira ainda nem lançou um álbum, mas já tem algumas músicas circulando por aí e dando o que falar.

A primeira é "17", sobre uma adolescente toda rebelde e incompreendida. Ok, pela descrição vocês já estão com preguiça, afinal essa é a proposta da pentelha da Ke$ha e mil outros pop acts. E, de fato, não achei que Sky inovou muita coisa, mas ao menos seu som tem um quê de indie/synth/pop que eu curti. Ouçam e tirem suas próprias conclusões:



Bacaninha, né? Ela acaba de divulgar também o clipe de seu segundo single "One", que, se bobear, eu gostei ainda mais do que "17" em razão do jeitão retrô dos sintetizadores:



Tem outra música dela ao vivo bem bacana, chamada "Traces", que reforça a atmosfera indie da sua música:



Além de Linda Perry, Dallas Austin, a garota está trabalhando com os produtores Bloodshy & Avant em seu primeiro álbum, prometido ainda para 2010. Aliás, os dois fizeram com ela uma versão no piano para a música "Animal", de sua banda Miike Snow. Pra ouvir é só clicar aqui.

Agora é torcer para que Sky aproveite mais o lado indie do que pop desses produtores.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

"Hands", o novo single da dupla The Ting Tings

Os brits Ting Tings apresentaram no ínicio do mês o primeiro single de seu novo álbum "Massage Kunst". Eu já tinha postado aqui no blog que uma das músicas se chamaria "Hands", lembram? Mas agora sabemos que ela será também o primeiro single e tem uma pegada bem mais eletrônica do que o trabalho anterior deles.

A dupla fez um show no Hyde Park, em Londres, onde tocou seus hits e "Hands". Claro que, para nossa alegria, um fã filmou a performance da música. O som não está muito bom, mas o resultado parece ter ficado genial:



Minutos antes do show, eles deram uma entrevista, na qual não quiseram especificar a data de lançamento do novo material (anteriormente divulgado como sendo no mês de junho), mas deixaram claro que o resultado é bem diferente de seu debut "We Started Nothing".

Apesar da vocalista Katie ter tranquilizado os fãs dizendo que o novo álbum continuará seguindo a linha indie pop, Jules, agora loiro, disse que o mesmo terá influências eletrônicas em razão do álbum ter sido gravado em Berlim, o que já dá pra sentir no single "Hands":



Essas influências, segundo Jules, seriam porque a dupla andou hanging out com pessoas como Paul Van Dyk. Seria ele um dos colaboradores do novo álbum?

Não sendo a Rihanna, tá valendo.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

The xx

Essa é uma banda de indie rock britânico que eu adoro, mas que nunca tinha postado aqui. Ela foi formada em 2005, mas apenas lançou seu álbum (homônimo) de estréia em agosto de 2009.

Seu som traz várias influências, que a banda expõe em seu MySpace, com uma pitada de humor britânico, como sendo de Aaliyah a CocoRosie, Rihanna a The Cure, Missy Elliott a Chromatics, The Kills a Ginuwine, Pixies a Mariah Carey e Justin Timberlake.

Mas o fato é que o som é muito bacana e fez com que o grupo abocanhasse o 6º lugar da lista "The Future 50", da revista especializada NME em 2009, deixando para trás Little Boots e La Roux, que ficaram, respectivamente, em 9º e 10º lugares.

Minha música favorita do álbum é "Islands" - que foi escolhida como 3º single, depois de "Crystalised" e "Basic Space". Seu clipe traduz, de forma sensível, a vulnerabilidade do amar em uma coreografia que se repete incessantemente, porém, com diferenças sutis a cada repetição, até não sobrar muita coisa no final:



E, pelo jeito, não sou só eu que curto essa música e seus criadores. A colombiana Shakira apresentou sua deliciosa versão recentemente no festival de Glastonbury, lembrando a fase em que ela tinha pies descalzos y sueños blancos:

sábado, 19 de junho de 2010

Brandon Flowers finalmente lança seu primeiro single sólo "Crossfire"

Como eu já tinha postado aqui no blog, o vocalista da banda The Killers lançará o álbum sólo "Flamingo". Agora, finalmente, foi divulgado o primeiro single, chamado "Crossfire", que será lançado oficialmente na loja iTunes no dia 21/06. A música é linda e realça a sensibilidade de Flowers para suas composições. Ela deverá agradar bastante aos fãs da banda, já que mantém o mesmo estilo:

A produção ficou a cargo de Stuart Price, que já trabalhou com os Killers em várias músicas.
"Flamingo" será lançado apenas em setembro, mas já se sabe que o álbum terá 10 faixas, sendo 7 delas as seguintes:

Jilted Lovers and Broken Hearts
Only the Young
Playing with Fire
Crossfire Hard
Enough

Welcome to Fabulous Las Vegas
On the Floor

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Phoenix confirmado para o Planeta Terra 2010

O jornalista Rodrigo James da Oi FM BH acaba de revelar em seu twitter que uma fonte ligada à produção do festival Planeta Terra confirmou a banda francesa Phoenix no lineup da edição de 2010.


Só um comentário a fazer: UHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU