Já viram o novo promo da segunda temporada de Glee?
Além de um episódio totalmente dedicado à Britney Spears, teremos mais algumas músicas da Lady Gaga e do Jay Z. No teaser que acaba de vazar podemos ver os nerds mais queridos da atualidade cantando "Empire State Of Mind" e "Telephone" (cantado por Lea Michele - Rachel - e sua nova rival, a cantora Charice):
Bacana, né? A nova temporada vai ao ar nos EUA no dia 21 deste mês.
Some & Any são, na verdade, o suiço/brasileiro Leo Ritzmann e a alemã Vanessa Meisinger. Eu falei do Leo aqui no blog, quando ele foi o vencedor entre os homens da edição alemã do programa "Popstars". Ela, por sua vez, foi a vencedora entre as mulheres.
O primeiro álbum da dupla se chama "First Shot" e traz músicas pop chiclete ótimas, como minha favorita "Love Is The Answer":
Outra bem bacana é "Last Man Standing", que foi o primeiro single e ganhou clipe próprio:
O bacana é que Leo, apesar de todas as adversidades (além de não ser alemão, mas sim 50% suiço e 50% brasileiro, ele também assumiu sua homossexualidade durante o programa), foi e venceu entre milhares de concorrentes.
Para quem quiser saber mais, é só clicar aqui e visitar o myspace oficial do duo pop.
Os irmãos Angus & Julia Stone, láaaa da terra dos cangurus, lançaram em março deste ano seu segundo álbum "Down The Way", que veio cheio de baladinhas agridoces. E eu só soube desse lançamento ao me deparar com o CD nas minhas férias (vergonha). Ouvi e não pensei 2x antes de comprá-lo.
O primeiro single "And The Boys" já havia sido lançado em 2009 e passado despercebido por mim. É uma delícia de música que começa melancólica pelo fim de um relacionamento, mas anima ao passo que Julia percebe que a vida a não acaba ali. Achei que o clipe soube capturar muito bem seu espírito:
Mas é o segundo single, lançado juntamente com o álbum, é de fato absolutamente viciante. Angus assume os vocais nesta faixa e fala que vai levar sua amada para uma volta num "Big Jet Plane", bem longe da vida real e "cinzenta" (paradoxalmente retratada de forma bem colorida no clipe):
Agora os dois acabam de lançar o terceiro single: a faixa "Hold On", que abre o álbum. Ela é uma das minhas favoritas, mas confesso que prefiro "Yellow Brick Road":
E pensar que comecei a gostar da dupla de irmãos por causa de "Paper Aeroplane" que um querido amigo me passou há alguns anos e hoje sou fã deles.
Lembram de quando eu dei o heads up para a nova música dos Ting Tings aqui no blog? Pois bem, finalmente foi lançado o clipe dela e, como não poderia ser diferente, veio cheia de referências dos anos 80, como já anunciavam os sintetizadores da faixa:
Sei que o baterista Jules já tinha avisado que o resultado do novo trabalho seria bem diferente de "We Started Nothing" e eu de fato curti bastante a música. Mas depois de ouví-la diversas vezes no meu iPod, não consigo deixar de sentir um aftertaste que me impede de colocá-la on repeat.
Diferentemente de "Great DJ", "That's Not My Name" e os demais singles do álbum de estréia da dupla, "Hands" não é uma música que eu consigo ouvir seguidas vezes até cansar. Acho que esperava algo melhor do que "clap your hands if you're working too hard" e certamente mais original do que synth-pop oitentista.
O negócio é esperar e ver o resultado das outras músicas de "Massage Kunst", prometido para este ano ainda.
Não sei se vocês curtem meus megaposts eventuais, mas de vez em quando não dá pra passar a notícia pela metade. Então aí vão (praticamente) todas as infos sobre o novo álbum da Sophie Ellis-Bextor:
"Straight To The Heart", seu quarto álbum, foi adiado pela segunda vez para outubro (o mesmo seria lançado em maio, mas já havia sido adiado antes para julho), mas tudo indica que agora vai. Apesar de não ter uma data exata, Sophie acaba de anunciar sua breve turnê pelo Reino Unido em dezembro deste ano, sendo que os ingressos já estão à venda.
Depois do excelente primeiro single "Bittersweet", feito em parceria com os Freemasons, ter amargado a posição #25 nos charts britânicos (ouch), o segundo single foi rapidamente alterado de "Off & On" para "Not Giving Up", produzido pelo superstar DJ holandês Armin Van Buuren:
Detalhe que o clipe foi filmado em agosto em Ibiza, aproveitando a apresentação ao vivo da dupla no superclub Amnesia no dia 03/08.
O curioso é que esta é a primera vez que ouvimos os vocais de Sophie em cima de uma base trance e não house. Diferente também para Armin, cujo som costuma seguir a linha progressive trance e não deep, como acontece nessa faixa. Talvez a combinação inusitada tenha sido o que deixou a música tão bacana. Vamos torcer para que ela alcance uma posição melhor que "Bittersweet", mas, apesar de já ter sido lançada oficialmente, ainda não entrou nem para o Hot 100 britânico.
Voltando ao "primeiro" segundo single, "Off & On", trata-se de uma música composta, gravada e descartada pela Roisin Murphy, nas sessões de gravação de seu último álbum "Overpowered". Ela foi produzida pelo Calvin Harris, que já tinha inclusive feito um remix (que pode ser ouvido aqui):
Eu adoro Calvin H, mas vamos combinar que "Not Giving Up" foi uma mudança acertada de segundo single, né?! Aliás, prefiro o remix à original. E para os fãs da Róisín, é só clicar aqui para ouvir a versão da irlandesa.
Além dessas, o álbum deverá conter as já conhecidas (e deliciosas) "Heartbreak (Make Me A Dancer)" e "Can't Fight This Feeling", ambas smash club hits de 2009, produzidas, respectivamente, pelos Freemasons e pelo Junior Caldera.
Para finalizar este mega post, aí vai o suposto tracklist do álbum "Straight To The Heart", que contará com produções de Greg Kurstin, Freemasons, Armin Van Buuren, Calvin Harris, Junior Caldera, entre outros:
Outro álbum que vazou durante as minhas férias e também antes de seu lançamento oficial (24/08) foi o novo da Katy Perry.
"Teenage Dream" é um ótimo álbum pop. Isso quer dizer que ele foi feito de forma segura, seguindo as tendências das rádios americanas, mas que nem por isso deixa de ser um bom trabalho. Os vocais grossos de Katy continuam cantando letras que misturam doçura e malícia, mas desta vez acompanhadas de batidas mais dançantes do que seu álbum de estréia ("One Of The Boys").
"California Gurls" foi o hit do verão americano, permanecendo por semanas no 1º lugar do Hot 100 da Billboard, sendo ainda uma das músicas mais tocadas em todos os lugares (inclusive por mim @ Dorothy Parker).
Como segundo single, Katy lançou a faixa que dá nome ao álbum e também minha favorita. Aliás, viram o clipe dela? Traz Katy sensualizando naquele clássico clima roadtrip de verão. Ou seja, é que nem chupar picolé na praia: algo bobo e gostoso, mas que, dependendo de quem chupa, fica safadinho:
Depois desses dois clássicos instantâneos da música pop, minha favorita (e espero que o terceiro single) é "Firework", que fala sobre você ter dentro de si tudo o que é preciso, só precisa de uma faísca para estourar.
Também gosto bastante da divertida "Last Friday Night (T.G.I.F.)", de "Hummingbird Heartbeat", da safadinha "Peacock" e da baladinha "Not Like The Movies", apesar de continuar achando que a voz de Katy não combina com músicas lentinhas. As outras soam como album fillers pra mim, mas vamos combinar que hoje em dia ter 7 músicas muito boas num álbum pop é algo raro.
Aliás, o que é a performance de "Peacock" no David Letterman? Adorei!!
Resumindo, "Teenage Dream" é um álbum que vale a pena ter em sua coleção de discos (sou das antigas, mp3 não configura coleção) e deve animar desde dias chuvosos até aquele esquenta clássico de sexta-feira.
A segunda parte do projeto "Body Talk" da Robyn apenas será lançada oficialmente na Europa e no mundo entre a semana que vem e a outra (06 a 13/09, dependendo do país), mas vazou enquanto eu estava em férias. ue .
O segundo álbum trouxe as 8 músicas inéditas já anunciadas em seu site e postadas aqui no blog e manteve a mesma linha pop-eletrônico-bacanudo do primeiro, só que mais fierce, ou, conforme o jornal inglês The Guardian classificou, "mais rápido, mais pesado e mais voltado para os clubs". A BBC Music também se derreteu em elogios, dizendo que "este é o 'Body Talk' para as pessoas que gostam de sua Robyn pra cima, afiada e pronta para as pistas".
Ele começa com as 4 faixas mais radio friendly: "In My Eyes" (europop fofo e empolgante), "Include Me Out", o brilhante primeiro single "Hang With Me" (cujo clipe vocês já viram por aqui) e "Love Kills".
As 2 faixas seguintes são mais pesadas e experimentais: "We Dance To The Beat" e "Criminal Intent", sendo possível reconhecer de cara as batidas bacanas do Diplo nesta última.
Finalizando o álbum temos a bad ass "You Should Know Better", que traz Snoop Dogg numa ofensiva para entrar no mercado americano, e "Indestructable (Acoustic Version)", uma baladinha linda que, conforme eu já postei aqui, provavelmente será o primeiro single da terceira e última parte de "Body Talk", prevista para dezembro. Ao contrário de "Hang With Me", que eu só fui gostar depois de ouvir a segunda versão, já adoro "Indestructable" desde já e mal posso esperar pela versão uptempo.
Por fim, a novidade fica por conta da apresentação da Robyn no VMA este ano, com a performance de "Dancing On My Own", o primeiro e melhor single do projeto "Body Talk", em um remix inédito feito pelo hypado produtor Deadmau5. Esta é uma tentativa ambiciosa da sueca, que, mesmo com sua turnê americana "All Hearts" (feita juntamente com a Kelis), não tem conseguido muito prestígio nos charts do Tio Sam. A premiação rola no dia 12/09.
Hoje estreou o clipe de "Get Outta My Way", da Kylie Minogue, segundo de seu novo álbum "Aphrodite". Muitos fãs que o viram não gostaram por achar muito parecido com seus outros clipes, como "In Your Eyes", "I Believe In You" e "Wow". Mas, na minha opinião, isso é ótimo.
Como eu já tinha dito aqui no blog, "Get Outta My Way" é uma música classic Kylie with a twist of lemon, no caso, o produtor Stuart Price. Acho bacana que ela tenha resgatado esse visual neon disco, trazendo uma Kylie mais leve e uplifting.
Claro que também há novos elementos, como a referência ao musical "Cabaret" na coreografia das cadeiras, as luzes que se movem conforme Kylie e seus bailarinos dançam e também os figurinos, que incluem luvas luminosas, um vestido de correntes douradas e um anel que lembra as garras do Wolverine (rs):
Para bombar o lançamento do single a faixa ganhou muitos remixes, mas nem todos são bons. Meus favoritos são os mais fiéis à original, como o do Paul Harris (classic house anthem), o do Kris Menace (que, apesar de ser quase um dub, fez um re-rub brilhante da base original da música, deixando você com vontade de existir uma versão com todos os vocais) e o do 7th Heaven (lembra a original, usa todos os vocais, mas não decola como o do Kris Menace).
Para ouvir esses remixes só clicar em cima dos nomes dos DJs, ou vocês podem clicar aqui e ouvir todos os oficiais mixados um no outro (adorei!).
Apenas sinto falta dos remixes feitos pelo próprio Stuart, que na época de Confessions, da Madonna, remixou mais da metade do álbum para singles e b-sides oficiais.
Neste último domingo fui special guest DJ na festa Mingau Dançante, que rola todos os domingos na balada Dorothy Parker, promovida pelo queridíssimo Beto Cintra.
Como muita gente quer saber os nomes das músicas que toquei. Apesar de não serem surpresa para quem acomopanha este blog (já postei a grande maioria aqui), aí vão elas:
1. All The Lovers - Kylie Minogue 2. Hang With Me - Robyn 3. Firework - Katy Perry 4. Touch - Natasha Bedingfield 5. Happiness - Alexis Jordan 6. Teenage Dream (Manhattan Clique Remix Edit) - Katy Perry 7. 4th of July - Kelis 8. Jump (Extended Mix) - Madonna 9. Get Outta My Way - Kylie Minogue 10. Lisztomania - Phoenix 11. Fascination - Alphabeat 12. Great DJ - The Ting Tings 13. Heavy Cross - Gossip 14. Misery - Maroon 5 15. Clap Your Hands - Sia 16. California Gurls - Katy Perry 17. Love Dealer - Esmée Denters feat. Justin Timberlake 18. Woohoo - Christina Aguilera feat. Nicki Minaj 19. Dancing On My Own - Robyn
Para quem tiver curiosidade, meu set era mais longo do que esse, mas tive que abreviar em razão do horário. Antes de "Dacing On My Own" (que eu não podia deixar de tocar de jeito nenhum), vinha "Dancing In The Dark", da Lady Gaga. Depois de "Dancing..." vinham na seguinte ordem: 21. "Fire In You New Shoes" (Kaskade); 22."Acapella" (Kelis), 23. "Commander" (Kelly Rowland), 24. "Bittersweet" (Sophie Ellis-Bextor - Fremasons Radio Mix), 25. "Too Much" (Kylie Minogue) e minha verdadeira saideira (e surpresa pop) 26. "Like A Prayer" (versão de Glee).
Anyway, foi uma experiência incrível!! Quis misturar um indie pop óbvio com um pop não óbvio e acho que consegui. Mas a música que empolgou mesmo foi "California Gurls", não teve jeito. Desde a hora em que Snoop fala "Let's take a journey" ao último "ooohhh".
Aproveito para agradecer ao Beto pelo convite e a todos que foram ou que queriam ir e não puderam por x motivos. E, claro, um special tks para meus amigos queridos que pularam do começo ao fim com meu set: André, Sergio, Rô, Rafa, Guga, Ná e Má Macedo. Love u guys!
Após 1 mês sem postar, primeiro em razão das minhas férias de depois pela retomada do dayjob (alguém precisa pagar minhas contas, rs), vou voltar aos poucos, postando coisas que estão acontecendo agora e o que aconteceu nesse último mês que eu gostei.
Vou começar falando das músicas mais tocadas nas minhas férias. A música mais tocada nos lugares pelos quais passei na Europa foi "Dancing On My Own", da Robyn. Desde lojas em Barcelona a cafés em Paris. Nos bares e baladinhas parisienses, tocou bastante as músicas "Parachute" e "Fight For This Love", da Cheryl Cole (não tinha idéia de que ela fazia sucesso por lá, mas sim Londres). Para minha surpresa, ou apenas por mero acaso, praticamente não ouvi nenhumda música de "Aphrodite", da Kylie por lá. Outra que não teve muito ibope foi a Kelis, exceto no dia em que a vi ao vivo na Space, em Ibiza.
A mulher apareceu por lá com uma peruca prateada com franja e um microfone que mais parecia um sabre de luz, mas arrasou nos vocais e na presença de palco. Cantou quase seu CD novo inteiro, começando com "Brave" e passando para "Home" (uma das minhas favoritas), "Scream" (terceiro single confirmado), "22nd Century", "Emancipate", "4th of July" e finalizando com "Acapella".
Antes de tocar "Acapella", rolou um instrumental de "Show Me Love" (da Robyn S), mas foi apenas uma introdução. Eu fiquei impressionado com todas as pessoas do lugar pulando e cantando todas as músicas, em especial "Acapella", que terminou de forma acapella (literalmente) com Kelis cantando com o público de lá. Indescritível e emocionante. Ela também brincou por um momento de cantar "I Gotta Feeling" (BEP), mas foi antes de terminar o show. Encontrei no youtube uma performance bem parecida com a que eu vi, só que com a música dos BEP ao final:
No que Kelis saiu, entrou Calvin Harris nas pick-ups, com seu último single "You Used To Hold Me". O cara mandou muito bem no som, mas o ponto alto foi quando ele tocou seu maior hit "I'm Not Alone", quando a Space veio abaixo.
Outra bastante tocada em Ibiza já chegou a rádios como Jovem Pan e cia, mas ainda assim vale a pena postar por ser divertidinha. Trata-se da faixa "We No Speak Americano", versão house de Yolanda Be Cool para o jazz italiano "Tu Vuo Fa l'Americano" (a música ficou famosa numa clássica cena do remake do filme "O Talentoso Sr. Ripley"):
E, pra finalizar, os 2 souvenirs que eu trouxe comigo de Paris, mas comprados pelo meu amigo Leo em março deste ano: as edições limitadas de garrafas de Coca-Cola feitas pelo Mika e pela dupla Justice. Estou apaixonado por elas. Tem como não gostar?